Trabalhadores: participem de assembleia na próxima terça!

Mais uma vez nossa categoria corre o risco de cumprir o maior calendário festivo da história do comércio no Estado catarinense. O sindicato patronal propôs que o horário especial de Natal tenha início em 1° de dezembro.

Nossa contraproposta foi recusada e, portanto, convocamos a todos para a Assembleia Geral que acontece na próxima terça-feira, 17 de novembro, em horário único, às 12h30, na sede do Sindicato dos Comerciários, em Tubarão.

Participe! Contamos com todos vocês!

Convite assembleia 2015 17 de outubro

Trabalhadores catarinenses pedem 15% de aumento no Piso Estadual de Salários

Representantes dos trabalhadores se reuniram no dia 11 de novembro, na sede da Federação dos Trabalhadores no Comércio de Santa Catarina – FECESC em Florianópolis, para elaborar a pauta de reajuste do Piso Estadual de Salários.

Na presença de representantes de diversas centrais e federações dos trabalhadores, o coordenador do setor sindical do Departamento Intersindical de Estudos e Estatísticas Socioeconômicas – DIEESE, Ivo Castanheira, apresentou a proposta de reajuste de 15% em todas as faixas do Piso Estadual.

A presidenta da CUT-SC, Anna Julia Rodrigues destacou a importância do reajuste do piso na vida do trabalhador. “Sabemos que muitas categorias se baseiam no reajuste do piso estadual para conceder aumento para seus trabalhadores, por isso precisamos ter clareza e força para lutar pelo melhor possível.”, salientou Anna Julia que também falou da importância da união dos representantes dos trabalhadores para fortalecer o pedido de reajuste aos patrões.

Ivo Castanheira coletou as assinaturas dos representantes das centrais e federações que fazem parte da comissão de negociação e vai agendar uma data para protocolar o pedido de reajuste com os representantes patronais.

Faixas Atual Com reajuste de 15% pedido pelos trabalhadores
Primeira R$ 908,00 R$ 1.045,00
Segunda R$ 943,00 R$ 1.085,00
Terceira R$ 994,00 R$ 1.145,00
Quarta R$ 1.042,00 R$ 1.200,00

Primeira faixa:

·         Na agricultura e na pecuária;

·         Nas indústrias extrativas e beneficiamento;

·         Em empresas de pesca e aquicultura;

·         Empregados domésticos;

·         Em turismo e hospitalidade; (Redação da alínea revogada pela LPC 551/11).

·         Nas indústrias da construção civil;

·         Nas indústrias de instrumentos musicais e brinquedos;

·         Em estabelecimentos hípicos; e

·         Empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral, excetuando-se os motoristas.

 

Segunda faixa:

·         Nas indústrias do vestuário e calçado;

·         Nas indústrias de fiação e tecelagem;

·         Nas indústrias de artefatos de couro;

·         Nas indústrias do papel, papelão e cortiça;

·         Em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas;

·         Empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas;

·         Empregados em empresas de comunicações e telemarketing; e

·         Nas indústrias do mobiliário.

 

Terceira faixa:

·         Nas indústrias químicas e farmacêuticas;

·         Nas indústrias cinematográficas;

·         Nas indústrias da alimentação;

·         Empregados no comércio em geral; e

·         Empregados de agentes autônomos do comércio.

 

Quarta faixa:

·         Nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico;

·         Nas indústrias gráficas;

·         Nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana;

·         Nas indústrias de artefatos de borracha;

·         Em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito;

·         Em edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares, em turismo e hospitalidade;

·         Nas indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas;

·         Auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino);

·         Empregados em estabelecimento de cultura;

·         Empregados em processamento de dados; e

·         Empregados motoristas do transporte em geral.

·         Empregados em estabelecimentos de serviços de saúde.

 

(Fonte: http://www.cut-sc.org.br/)

Lute por sua categoria, lute por você! Participe de nossa assembleia!

Comerciários!

2015 está sendo um ano intenso para todos os comerciários. O reajuste e os horários de trabalho continuam causando desconfortos.

No último Natal trabalhamos o maior calendário festivo da história do comércio de nossa cidade. Agora, nossos patrões conseguiram piorar o que já estava ruim – confira a proposta patronal para o calendário festivo de 2015 / 2016.

Basta! Chegou a hora de nos unirmos, darmos os braços e, em uma só voz, combater a exploração e os desmandos no comércio.

Agora, mais do que nunca, precisamos somar esforços para aumentar nossas forças. Lembrem-se que só unidos poderemos fazer a diferença. A união dos trabalhadores é a força que transformará a sociedade.

Portanto, participe da Assembleia Geral Extraordinária que será realizada na próxima QUINTA FEIRA, dia 29 de outubro, às 12h30 e a partir das 18h no auditório do Sindicato.

Discutiremos:

– REAJUSTE: INFLAÇÃO (só o INPC);
– CALENDÁRIO FESTIVO DO COMÉRCIO 2015/2016.

Participe! Contamos com todos vocês!

 

Confira a proposta do patronal:

Assembleia 2015 TABELA

 

Seminário sobre migrações e direitos fundamentais traz Frei Betto à Florianópolis

Florianópolis sediará, de 06 a 07/10, no auditório Antonieta de Barros, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, o Seminário “Migrações Contemporâneas e Direitos Fundamentais de Trabalhadores e Trabalhadoras em Santa Catarina”.

Em pauta políticas públicas de acolhimento aos imigrantes, direito ao trabalho decente, à saúde e a educação. O evento destina-se a imigrantes, refugiados e suas associações, profissionais dos CRAS – Conselhos de Assistência Social, profissionais da saúde e da educação, sindicatos, estudantes e público em geral.O encerramento contará com a palestra do Frei Betto.  Entrada gratuita.

Organização: Ministério Público do Trabalho, Comissão de Direitos Humanos da ALESC, Observatório de Migrações da UDESC e Grupo de Apoio aos Imigrantes e Refugiados de Florianópolis.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:

06/10 – Terça-feira

09:00h às 12:30h: Reunião do Fórum das Associações de Imigrantes em Santa Catarina

14:00h às 14:30h  –  Mesa de Abertura:

Deputado Dirceu Dresch, Presidente da Comissão de Direitos Humanos da ALESC

Marcelo Goss, Procurador Chefe da Procuradoria Regional do Trabalho da 12ª Região

Ângela Albino, Secretária de Assistência Social do Estado

Alexandre Karazawa Takaschima, Juiz – Corregedor do Tribunal de Justiça de Santa Catarina

Representante de Associação de Migrantes

Pe. Joaquim Roque Filippin, coordenador da Pastoral do Migrante de Florianópolis

Fernando Damazio, representante do Grupo de Apoio a Imigrantes e Refugiados de Florianópolis Professora Gláucia de O. Assis, coordenadora do Observatório das Migrações de SC/UDESC

14:30h às 15:30h – Avanços e desafios nas Políticas Públicas de acolhimento aos imigrantes

Pe. Joaquim Roque Filippin, coordenador da Pastoral do Migrante de Florianópolis

Paulo Illes, Coordenador de Políticas para migrantes, da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, da Prefeitura Municipal de São Paulo

Ângela Albino, Secretária de Assistência Social, Trabalho e Habitação de SC.

15:45h às 17:00h – Debates

07/10   –  4ª feira

09:00h às 11:30h – Documentação e cidadania

Representante da Polícia Federal (a confirmar)

João Guilherme Granja, Diretor do Departamento de Estrangeiros (DEEST), Ministério da

Justiça, Secretaria Nacional de Justiça (SNJ)

Mauricio Pessutto,  Procurador Regional dos Direitos do Cidadão, Ministério Público Federal

João Vicente Pandolfo Panitz, Defensoria Pública da União

10:45h às 11:30h – Debates

13:00h às 15:45h – Condições, direitos trabalhistas e saúde do trabalhador imigrante

Cristiane Sbalqueiro Lopes, Procuradora do Trabalho, Coordenadora do Grupo de Trabalho  Migração e Trabalho da Procuradoria Geral do Trabalho        

Roberto Ruiz, Representante da UITA – União Internacional dos Trabalhadores da Alimentação

Deisemara Turatti Langoski, Representante do Centro de Referência em Direitos Humanos Marcelino Chiarello, Universidade Federal da Fronteira Sul.

Idemar Antonio Martini, Representante da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do Estado de Santa Catarina

14:50 às 15:45h – Debates

16:00 às 17:40h – Educação e Integração: Avanços e desafios da inserção dos migrantes

Secretário Eduardo Dechamps – Secretaria de Estado de Educação  (a confirmar)

Professora Daniela Carvalho – Pró-reitora de Ensino IFSC

Mariah Teresinha Nascimento –  Representante da Faculdade Municipal de Palhoça

Sandra Bordignon – Universidade Fronteira Sul PROHAITI Educação 

17:40 às 18:10h – Debates

18:15h às 19:15h – Plenária Final

Contornos gerais da Carta de Florianópolis

19:30h – Conferência de Encerramento –  Frei Betto

ADVT agora atende em Tubarão

Atenção, trabalhador! Como anda sua saúde? Agora, a ASSOCIAÇÃO DE DEFESA DOS VITIMADOS PELO TRABALHO – ADVT está atendendo semanalmente nas dependências do Sindicato dos Comerciários!

A associação conta com profissionais capacitados para atender trabalhadores com problemas de saúde relacionados ao ambiente de trabalho. O atendimento acontece todas as quartas-feiras, das 13h30 às 17h, no Sindicato dos Comerciários (sede Tubarão). Importante: serão atendidos trabalhadores de TODAS as categorias, não só a comerciária.

Caso a equipe detecte problemas no ambiente de trabalho, o local será visitado por especialistas e, se for necessário, a empresa será autuada. O trabalhador que necessitar de cuidados médicos será encaminhado a especialistas – sem custo. Quer saber mais? Procure-nos. Agende-se pelo telefone 3622-2418.

 

Grito dos Excluídos 2015

Tubarão também representou o Grito dos Excluídos, em sua 21ª edição, neste dia 7 de Setembro, durante o desfile cívico. O movimento trouxe como tema “A vida em primeiro lugar”, provocando a sociedade a olhar de verdade para o brasileiro e suas reais necessidades.
Participaram da organização do evento representantes do movimento sindical, da Igreja e de diversas ONGs.
Ainda que não seja o evento das grandes massas, o Grito dos Excluídos quer chamar a atenção da opinião pública sobre a estrutura social em que vivemos, que mata e marginaliza, e sobre atuação da grande mídia, que muitas vezes mente e engana o povo, fornecendo mentiras ou meias verdades.
A proposta também foi a de defender os direitos básicos, chamar o Estado para as suas responsabilidades com a política das reformas e fazer da rua o palco e o caminho de um novo Brasil.

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Comerciários presentes no Congresso da CUT em Florianópolis

   Integrantes do Sindicato dos Comerciários estão participando do Congresso da CUT-SC, em Florianópolis, e que conta com mais de 450 trabalhadores e trabalhadoras de todo o Estado. 
O Congresso começou na manhã do dia 19 de agosto e vai até a tarde do dia 21. Com o objetivo de definir as ações estratégicas da central e eleger a nova direção da CUT-SC, a maior central dos trabalhadores de Santa Catarina reservou esses três dias para debates e avaliar suas ações, frente os recorrentes ataques aos direitos dos trabalhadores.
Já na tarde de hoje os sindicalistas irão em massa até o Centro de Florianópolis, onde participam do ato nacional por Direitos, Liberdade e Democracia.

 

CECUT

Seminário debate desigualdade salarial entre homens e mulheres na mesma função

A Federação Catarinense de Mulheres promoveu, na tarde de quinta-feira (6), em Florianópolis, o seminário “Salário igual para trabalho igual”. O objetivo é reivindicar a aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 130/2011, que estabelece multa para empresas que pagam às mulheres salários menores do que os atribuídos aos homens pela mesma atividade. A matéria tramita na Comissão de Assuntos Sociais do Senado.

O evento, realizado no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil em Santa Catarina (OAB/SC), contou com o apoio da Comissão da Mulher Advogada da instituição, da Confederação das Mulheres do Brasil, da Federação Democrática Internacional das Mulheres, da Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais da Grande Florianópolis (BPW) e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (Crea-SC).

Conforme dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (Pnad) de 2012, as mulheres recebem, em média, 30% menos do que os homens no desempenho da mesma função. Santa Catarina é o estado brasileiro com a maior diferença: 34,2%. “Essa grande mobilização nacional busca a aprovação do PLC 130/2011 para que não tenhamos mais diferenças salariais entre mulheres e homens que fazem o mesmo trabalho”, disse a deputada Ana Paula Lima (PT).

A proibição de diferença de salários entre homens e mulheres, no Brasil, está expressa na Constituição Federal de 1988. “A Constituição estabelece que homens e mulheres são iguais em deveres e obrigações, mas, passados 25 anos, ainda hoje somos discriminadas no ambiente de trabalho”, destacou a tesoureira da Federação Catarinense de Mulheres e diretora da Confederação das Mulheres do Brasil, Janaína Deitos.

Para ela, as disparidades salariais de gênero verificadas no país representam uma violência contra as mulheres. “Essa deve ser uma luta de homens e mulheres para que possamos viver igualmente. Queremos o apoio dos senadores catarinenses Dário Berger (PMDB) e Dalírio Beber (PSDB), que fazem parte da Comissão de Assuntos Sociais, para a aprovação do PLC 130/2011.”

Desde 1957 o Brasil é signatário da Convenção nº 100 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que assegura a igualdade de remuneração de homens e mulheres trabalhadores por trabalho de igual valor. A igualdade salarial entre homens e mulheres também é protegida pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), que proíbe considerar o sexo como variável determinante para fins de remuneração.

Na avaliação da presidente da Comissão da Mulher Advogada da OAB/SC, Silvia Tomelin, as normas que proíbem a diferença de salários entre homens e mulheres não têm sido suficientes para impedir a discriminação das trabalhadoras. “É um preceito constitucional que temos desde 1988, mas que, efetivamente, ainda não foi cumprido. Por isso, esse projeto vem trazer alguma sanção ou punição para que valha esse direito.”

De acordo com o projeto, o empregador que considerar o sexo, a idade, a cor ou situação familiar como variável determinante para fins de remuneração, formação profissional e oportunidades de ascensão profissional pagará uma multa, em favor da empregada, correspondente a 5 (cinco) vezes a diferença verificada em todo o período da contratação. “Quem fiscalizará e aplicará as multas serão as Delegacias Regionais do Trabalho nos estados”, comentou Janaína.

Também participaram do encontro a presidente da Confederação das Mulheres do Brasil, Glaucia Morelli; a coordenadora do Departamento Feminino do Sindicato da Construção Civil do Rio de Janeiro (Sintraconst-Rio), Márcia Cristina da Silva; a desembargadora do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, Salete Silva Sommariva; e o supervisor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos de Santa Catarina (Dieese-SC), José Álvaro Cardoso.

 

Fonte: Ludmilla Gadotti/AGÊNCIA AL

CEO do Carrefour é contra funcionamento de hipermercados aos domingos na França

O chefe do Carrefour, maior varejista da Europa, disse nesta segunda-feira que é contra abrir grandes hipermercados na França aos domingos, mas apoiou a ideia para lojas menores de alimentos em centros urbanos. 

O ministro da Economia, Emmanuel Macros, deve apresentar legislação nesta semana para permitir que lojas abram durante até 12 domingos por ano, ante cinco atualmente, com mais flexibilidade em áreas turísticas. 

“Sou a favor de funcionamento (aos domingos) para lojas de alimentos e muito menos, até mesmo nem um pouco, para hipermercados”, disse Plassat à rádio francesa Inter. 

“Existem três milhões de pessoas trabalhando aos domingos, elas têm direito de se alimentarem”, ele acrescentou.

Empresa é condenada por acidente que amputou dedo de operário

A Justiça do Trabalho da Bahia condenou em R$ 80.000, por causa de um acidente de trabalho, a empresa Cromex, que funciona em Simões Filho e fabrica aditivos para plásticos e distribuição de resinas termoplásticas. O empregado operava uma das máquinas que, em virtude de exigências do aumento da produção, apresentou problemas técnicos. Com o defeito, o equipamento operado pelo trabalhador estava retendo o material processado e, para a produção não ser interrompida, a empresa exigiu que o resíduo deveria ser desgrudado manualmente por ele, e ainda com a máquina em funcionamento.
A falta de reparos no equipamento e o procedimento irregular orientado pela empregadora ocasionou a amputação parcial do dedo médio do empregado, em março de 2010.

Segundo a defesa da Cromex, o acidente ocorreu por culpa exclusiva do empregado, que ‘deliberadamente adotou um procedimento inseguro, descumprindo as orientações transmitidas nos treinamentos oferecidos pela empresa’. Quanto aos danos que ele alega ter sofrido, a empresa sustentou que o acidente não provocou incapacidade de trabalho, já que ele voltou a desempenhar normalmente sua função após a convalescença.

Um laudo pericial atestou que ‘existe um comprometimento funcional leve de cerca de 7% na mão direita’, informando que não houve incapacidade laborativa, entretanto houve dano estético de caráter permanente.

‘Não se pode ignorar o dano moral resultante da dor física sofrida pela vítima, no momento do acidente e após o fato. Não se pode também deixar de reconhecer a sua angústia ao ver sua mão presa naquela máquina. É facilmente presumível o abalo psicológico que alguém sofre diante de tal episódio, o sentimento de autoestima é direta e profundamente afetado, a inibição pessoal é inevitável por conta da vergonha de exibir uma mão defeituosa’, justificou em sua decisão o juiz George Santos Almeida, titular da Vara do Trabalho de Simões Filho.

A sentença obriga a empresa a pagar R$ 50.000 a título de indenização por danos morais e R$ 30.0000 por danos estéticos, com correção monetária a partir da publicação da decisão e juros desde o ajuizamento da reclamação.